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Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008
As expressões e a alma

Quando era mais novo, passava dias inteiros com os meus amigos a ouvir BritPop, a discutir os artigos da revista K e a dissertar sobre a natureza do Inverno. Num desses dias, inspirados por uma crónica magnífica do Miguel Esteves Cardoso, demos por nós a discutir um argumento insólito mas apaixonante: a afinidade de pensamento entre Morrissey e Camões. Sim, leram bem: Morrissey e Camões. Bom, vou abster-me de colocar aqui o teor integral da conversa mas dou-vos uma pista: será que, descontadas as diferenças culturais e temporais, "There's a light and it never goes out" e "Alma minha gentil que te partiste" são 2 expressões escritas de uma mesma alma? Fica a pergunta... e o vídeo ;-)


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publicado por lpedro às 00:30

2

De Ricardo Magalhães a 23 de Março de 2008 às 14:42
Ainda com a temática da música... nunca me tinha passado pela cabeça comparar ambos estes senhores, liricamente falando.

De facto, no que toca à temática que ambos têm em comum (o perdido, eterno e inatingível romance), os dois colocam-se no mesmo patamar, possuindo uma visão bastante semelhante daquilo que lhes deu cabo do coração. No entanto, esta ideologia aplica-se a uma enorme percentagem da britpop dos anos 80!

Acho que existem semelhanças entre o romantismo de Camões e a geração 'new romance' da década de 80... Bem adaptadas as ideologias, vai dar ao mesmo.

Será que nos dias de hoje, o Camões não passaria de mais um Emo? E quiçá um novo estilo: a e-POP-eia :D

A "There is a Light that Never Goes Out" é e sempre foi das minhas peças favoritas, não só do Morrissey, mas desde sempre. Sugiro que procure as inúmeras covers existentes; a dos The Divine Comedy, dos Lucksmiths e dos String Quartet são particularmente brilhantes. :)


De Luis Pedro a 24 de Março de 2008 às 12:27
A cover dos Divine Comedy conheço, as últimas que referes não.
Vou pesquisar :-)


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