"Beneath this mask there is more than flesh. Beneath this mask there is an idea, and ideas are bulletproof"
pesquisar neste blog
posts recentes

Escolha quase aleatória do dia #26

Escolha quase aleatória do dia #25

Escolha quase aleatória do dia #24

Escolha quase aleatória do dia #23

Escolha quase aleatória do dia #22

Escolha quase aleatória do dia #21

Escolha quase aleatória do dia #20

Escolha quase aleatória do dia #19

Escolha quase aleatória do dia #18

Escolha quase aleatória do dia #17

arquivos

Abril 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Março 2011

Dezembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Julho 2010

Abril 2010

Fevereiro 2010

Outubro 2009

Fevereiro 2009

Dezembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Julho 2008

Junho 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Sexta-feira, 22 de Setembro de 2006
Quando era mais novo...

...eu e os meus amigos também tentávamos imitar as jogadas do MJ. E é essa vontade - de um dia conseguir também criar movimentos, ideias e imagens e que constitui, no fundo, o fio narrativo deste vídeo - que nos deve guiar em quase todos os aspectos da nossa vida, independentemente da nossa idade. Adaptando a punch line da publicidade: let your dreams speak.

 


tags: ,

publicado por lpedro às 21:51
1

Quarta-feira, 13 de Setembro de 2006
Só eu sei porque não fico em casa...
Uma sensação inesquecível: a milhares de quilómetros de distância, com uma oferta televisiva escassa (para ser simpático), abrir o site de um jornal desportivo Português e ver que o meu clube me deu mais uma alegria :-)
Alguém me envia o link do golo?
tags: ,

publicado por lpedro às 13:18
5

Sexta-feira, 8 de Setembro de 2006
Tudo o que é mau faz bem!?
Este é o título - sugestivo, por sinal - do último livro de Steven Johnson. Neste livro o autor defende que, ao contrário do que é defendido pela grande maioria da vox populi, os jogos de vídeo, a televisão e a Internet estão, provavelmente, a tornar-nos mais inteligentes e a contribuir para a agilização dos processos cognitivos que desempenham um papel instrumental e fundamental na aquisição e construção de conhecimento.
Para suportar este argumento o autor socorre-se - traçando um paralelismo interessante com o próprio objecto científico abordado no livro - de um diálogo do filme O Herói do ano 2000, de Woody Allen, em que dois cientistas discorrem sobre a importância da gordura e das natas como base de uma alimentação saudável.
Ora, esta é a pedra de toque de toda a linha narrativa do livro: tudo aquilo que se julga poder fazer mal - à saúde, à inteligência - pode, afinal, ser um elemento decisivo do nosso desenvolvimento.
De entre todos os tópicos abordados neste livro, existe um que me interessa - e fascina - particularmente: a análise comparativa efectuada entre a complexidade narrativa subjacente às séries televisivas com maior audiência na actualidade e no princípio dos anos 80 e 90. De facto, é um exercício que tem tanto de simples como de revelador. A título de exemplo, comparemos a série 24 com a série Dallas e tentemos responder às seguintes questões:

- Quantas personagens "fundamentais" existem em cada série?
- Quantos enredos ou fios narrativos temos de seguir para compreender o argumento?
- Quantos episódios, em média, são necessários para concluir um dado fio narrativo?
- Quantas personagens "fundamentais" interagem e contribuem para a compreensão de um dado fio narrativo?
- Quão concreto é o perfil psicológico das personagens "fundamentais"? Num episódio? Num fio narrativo? Numa série de episódios?
- Que conhecimento prévio - de outros episódios, de outras personagens, de outra(s) série(s) - é preciso mobilizar para compreender um dado fio narrativo?

Todas estas questões, aplicadas às séries referidas, têm respostas bastantes concretas. Com efeito, para seguir e compreender uma série como o 24, é necessário mobilizar recursos e ferramentas cognitivas que, quer em termos de complexidade, quer em termos de esforço cognitivo, não têm comparação com as que são necessárias para compreender, por exemplo, a série Dallas.
Ou seja, será que aquilo que é comummente considerado como tele-lixo terá um efeito tão nocivo no nosso desenvolvimento? Será que esse alegado tele-lixo é hoje melhor do que há 20 anos? Será que os instrumentos cognitivos mobilizados e desenvolvidos num jogo de vídeo apenas têm consequências positivas em termos motores (de point-and-click)? Será que os momentos de tomada de decisão e de projeccção - ao vermos televisão ou ao jogarmos - não são fundamentais no nosso desenvolvimento cognitivo?
Em suma, será que as gorduras e as natas serão assim tão prejudiciais para a nossa saúde?
tags: ,

publicado por lpedro às 14:19
2

Segunda-feira, 4 de Setembro de 2006
O nome do blog...

nitrato

 

Quando as viagens para o Algarve demoravam cerca de 6 horas, quem ia sentado no banco de trás do carro tinha de reparar, mesmo involuntariamente, nesta figura sombria do que parecia ser uma seara e um cavaleiro. Essa figura publicitava um produto - o nitrato de sódio, proveniente do Chile - que ainda hoje é usado, sobretudo devido às suas potencialidades como fertilizante agrícola. Mas este composto é também utilizado noutras situações, designadamente para o fabrico de explosivos e para a conservação de produtos alimentares. Fazendo o paralelismo para este blog, a ideia principal é que ele possa ser, da mesma forma, um fertilizante e um agente catalítico do caos pacífico que são os nossos trajectos - pessoais, profissionais, entre outros - i.e., da nossa viagem. Espero que seja bom trabalhar no campo :-)!


tags: ,

publicado por lpedro às 15:56
5

mais sobre mim
Abril 2012
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
12
13
14

15
16
17
18
19
20
21

23
24
25
26
27
28

29
30


tags

todas as tags

subscrever feeds

RSSPosts

RSSComentários