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Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012
Escolha quase aleatória do dia #23

Para que fique registado, há imensas coisas que me chateiam. Mas a verdade é que uma grande parte delas chateia-me apenas porque não tenho pachorra para as alterar de forma a que me deixem de chatear.

E agora? Escrevo um livro acerca disso? Vou ao psiquiatra? Compro um cão? Escrevo um post com 300 parágrafos que se resume, tudo espremido, a camuflar a minha inércia? Vou correr sem destino? Vou às compras? Faço uma lista (se há coisa que me chateia a valer são listas... então aquelas com códigos cromáticos elaborados que exprimem prioridades nem se fala)? Compro um saco de boxe? Amuo? Disparato?

Claro que não, isso é ainda mais chato. 

Há sempre uma coisa que se pode fazer. Pode-se sempre divergir. Investigar algo que nos intriga. Continuar a ler aquele livro que deixámos a meio porque a vida e as chatices que ela comporta se meteram no meio. Ir à praia. Ver o mar. Sentir a areia nos pés descalços.

E há sempre a característica mais desvalorizada da natureza humana: o esquecimento. O que seria de nós se não conseguíssemos esquecer? Se nos lembrássemos de tudo, especialmente o que nos chateia?

Isso sim, isso era uma chatice.

 


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publicado por lpedro às 16:53

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